COIMBRA A B C D E F G H I J L M O P Q

Rui Avelar lembra que andamos há 24 anos a falar do metro…não temos 1 centimetro. O Porto tratou de tudo em 10 anos. Uma inconfidência do jornalista, diz que vai falar em calão… Nem os ministros mandam na Parpública. (80% dos jornalistas só conhece o Portugal entre Almada e Sacavém.) Vêm aí a asneira do folião da capital. Foi um gajo da empresa que ligou para um amigo de RA, a dizer… já fodemos 17 km de linha…responde o amigo…mas de Lousã a Serpins são só 7…resposta do Lisboeta…não, fodemos a partir de Ceira…

Intervenção do público, pela voz de João Ferreira: Quem serve, serve-se. Em vez de andarem a mascar pastilha elástica a debater a baixa, deixem-na estar a maturar. Dá a ideia que todas as ideias para a baixa são de um pobreza confrangedora.

João Rosendo, economista, questiona se a deslocalização da indústria para  a Ásia coloca em causa o nosso desenvolvimento. Preocupa-se com a comparação com a Universidade do Porto. Argumenta que perdemos, para os tripeiros, competências na área da saúde, que comeu a importância de Coimbra. Também julga que temos um problema demográfico, nomeadamente com as questões da saúde, cuja importência é exagerada em relação à população que serve. Alerta que o futuro pode ser negro. Embora concordando com o professor Faro, já citado por José Reis,lembra que ele o univarsitário é director do BIOCANT… em Cantanhede. Chama a atenção para o facto do Centro de Nanotecnologia ter ido para Braga e ninguém ter reclamado.

São 23:39 – 21 resistentes na Bertrand

Luís Quintãs, o ” simpático defensor da baixa”. Diz que nós dizemos sempre mal do que somos. Fala para a mesa e diz  “os senhores que são o paradigma do poder… passam a bola para o cidadão. “Nós nunca soubemos viver com a nossa pequenez”

Serafim Duarte: “Coimbra tem o complexo do calimero”. Coimbra vive de slogans…. Para o deputado do Bloco, Coimbra é a Capital das Oportunidades Perdidas. Bate forte no PDM. Coimbra tem falta de densidade urbana, não do betão, mas de pessoas.

Ana Pires, a única mulher que fala, estão 5 na sala, mas duas são jornalistas (onde é que andam as cotas da quotas?): Veio pela qualidade do painel e pelo amor a Coimbra. Recorda que Guarda e Castelo Branco estão mais perto de Lisboa do que de Coimbra. Chama a atenção sobre a vergonha da estrada para a Lousã e Poiares. Questiona se veio por amor à cidade ou porque é masoquista. Manisfesta-se optimista e argumenta que (depois da desgraça) a seguir só pode ser a subir. Elogia o discurso “agressivo” de Aveiro.

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